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PROGRAMAÇÃO

30-07-2021

ÀMOSTRA | 4

Artes do Circo

Circo Contemporâneo

30 de julho, sexta-feira, 19:30
Grande Auditório

Entrada: 4 euros
Estudantes, Cartão Quadrilátero Cultural e Seniores: 2 euros
M/ 6 anos
Duração: 90 minutos

Coprodução Instituto Nacional de Artes do Circo / Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão.
Apresentação do primeiro trabalho profissional dos Alunos Finalistas do Instituto Nacional de Artes do Circo.


Solo 1
Intérprete Criador(a): Olivia Orthof
Título: Manifesto do Glitter
Sinopse: Uma mulher errante, sem pensar no amanhã, sobe uma montanha de glitter e encontra lá um mundo de fantasias carnavalescas. O glitter se apresenta como uma entidade misteriosa que esconde contos folclóricos brasileiros, convidando a transformar as dores mais agudas em brilho e folia para desfilar. As mágoas da mulher-errante engravidam-se de poesia, sabedoria e renascem do deboche das mazelas da vida. No final, quem sabe, renasceremos todos do glitter.
Foto: Pedro Figueiredo

Solo 2
Intérprete Criador(a): Lucy
Título: Con Pulsion
Sinopse: "Com Pulsão"
Pulso. Aperte. Pulsão.
Desejo intenso, explosão.
A força com que o coração bate, a pulsação que marca o nosso ritmo.
O desejo de vida.

Solo 3
Intérprete Criador(a): Mélina Hernandez
Título: Duel de solitude
Sinopse: Entre no coração de um espírito perdido. Cheio de solidão, seus pensamentos opressivos vêm e vão sem trégua, criando ao seu redor uma gaiola de emoções em múltiplas formas. Suas barras opressoras, como o peso do silêncio, encerram então um corpo em suspense que busca, à mercê de seus tormentos, a chave da estabilidade. Descubra um dueto de intensa solidão entre ser e alma.

Solo 4
Intérprete Criador(a): Naiana Padial
Título: As vidas miúdas e outras insignificâncias
Sinopse: Uma forasteira errante chega a um misterioso sítio em ruínas. Nelas, essa curiosa e solitária figura, descobre um circo abandonado, onde encontra uma inusitada companheira: uma barata. A partir da relação entre essas duas simples criaturas, o espetáculo nos traz temas como a fragilidade da vida, solidão e companheirismo. Inspirada na poesia das coisas sem importância, a peça trata da vida dos seres vistos como desprezíveis. Afetada pelas injustiças sociais de nosso tempo, essa criação pretende oferecer uma experiência artística antagônica à lógica de que algumas vidas sejam tratadas como descartáveis. Através das linguagens do clown e do teatro físico, com técnicas circenses como o trapézio de dança integradas à narrativa, conhecemos a relação dessas singelas criaturas. Nesse espetáculo visual, somos convidados a rir e comover-nos com as coisas insignificantes.
Orientação artística (externa): Andre Schulle
Orientação em confeção de adereços: Cleydson Catarina
Foto: Pedro Figueiredo

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